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Nos últimos anos, o divórcio amigável com partilha de bens ganhou destaque como uma das formas mais eficientes para encerrar um casamento com equilíbrio emocional, transparência e economia. Além disso, o Novo CPC trouxe ainda mais clareza sobre procedimentos, prazos e direitos, o que permite que os casais resolvam pendências com agilidade e menos desgaste.

Consequentemente, muitos casais perceberam que o processo amigável reduz conflitos, evita disputas judiciais longas e preserva a saúde emocional da família — algo especialmente importante quando há filhos envolvidos. Por isso, entender como funciona a partilha, quais são as exigências legais e quando procurar um especialista é essencial para quem busca um divórcio seguro e bem estruturado.
O Novo Código de Processo Civil trouxe regras mais claras, e isso transformou o divórcio amigável em um procedimento ainda mais rápido e previsível. Dessa forma, casais que já estão de acordo sobre bens, guarda, pensão e questões relacionadas à rotina familiar conseguem formalizar tudo com segurança, muitas vezes sem precisar da presença do juiz.
Além disso, quando não há filhos menores ou incapazes, o divórcio pode ser realizado em cartório, o que acelera cada etapa e reduz significativamente o desgaste comum nesses momentos. Esse modelo favorece o diálogo, evita confrontos e permite que ambos saiam respeitados e juridicamente protegidos.
O divórcio extrajudicial é permitido quando os dois cônjuges concordam com o fim do casamento e com todos os termos do acordo. Adicionalmente, é obrigatório que não existam filhos menores de idade ou incapazes.
Por outro lado, sempre que houver crianças, adolescentes ou qualquer questão mais sensível que exija análise do Ministério Público, o processo obrigatoriamente segue para o Judiciário. No entanto, mesmo nesses casos, o divórcio continua sendo amigável se houver acordo — apenas o local muda.
Essa distinção é importante porque impacta diretamente os prazos, custos e documentos necessários. Em síntese, quanto mais claro estiver o acordo, mais rápido o processo avança.
A partilha de bens costuma ser a etapa que mais gera dúvidas. Entretanto, quando o casal já discute previamente e define o que cada um receberá, o processo se torna simples e completamente previsível.
A seguir, entenda como funciona a partilha em cada regime — e perceba como o acordo amigável costuma facilitar tudo:
Comunhão parcial de bens
É o regime mais comum. Todos os bens adquiridos após o casamento são partilhados igualmente. Além disso, dívidas contraídas para benefício da família também entram no cálculo.
Comunhão universal de bens
Todos os bens — adquiridos antes e depois do casamento — entram na divisão. Assim, exige-se uma análise patrimonial mais detalhada.
Separação total de bens
Cada um mantém aquilo que está em seu nome. No entanto, ainda existem exceções, o que reforça a importância de consultar um advogado.
Participação final nos aquestos
Os bens adquiridos durante o casamento são divididos ao final, mas cada um administra separadamente seu patrimônio. Portanto, avaliação individual de investimentos e despesas se torna essencial.
O tempo varia conforme o tipo de divórcio:
Extrajudicial: pode ser concluído em poucos dias.
Judicial amigável: geralmente leva semanas.
Judicial com questões mais complexas: pode levar meses, mas ainda é mais rápido do que um divórcio litigioso.
Em todos os cenários, quando existe acordo sobre a partilha de bens, tudo avança de forma muito mais rápida e organizada.
Embora cada caso tenha particularidades, geralmente são exigidos:
Documentos pessoais
Certidão de casamento
Contrato de casamento (se houver)
Relação completa dos bens
Comprovantes de titularidade
Avaliações recentes de imóveis ou veículos
Informações sobre possível acordo financeiro
Quanto mais completa estiver a documentação, mais rápido o procedimento é concluído.
Embora o divórcio amigável pareça simples, qualquer detalhe mal elaborado pode gerar problemas futuros, como:
Impostos indevidos
Partilhas desproporcionais
Perdas financeiras
Litígios inesperados
Invalidade do acordo
Por isso, contar com um advogado especializado garante que tudo seja registrado corretamente, evitando retrabalho, conflitos e prejuízos.
Inclusive, especialistas conseguem propor estratégias que reduzem custos, simplificam a divisão e trazem segurança jurídica — algo que casais, sozinhos, raramente conseguem alcançar.
Imagine um casal casado sob comunhão parcial de bens. Ao longo do casamento, eles compraram um imóvel financiado, dois veículos e construíram uma pequena empresa.
Sem orientação, eles poderiam dividir tudo de forma equivocada e até assumir dívidas que não lhes pertencem. No entanto, com o acompanhamento jurídico adequado, a divisão é feita com clareza, as obrigações de cada um ficam definidas e o acordo é formalizado sem margem para dúvidas.
Esse cenário demonstra que o divórcio amigável não é apenas assinar papéis, mas sim construir uma nova etapa com segurança.
Embora o divórcio amigável reduza atritos, divergências podem surgir. Por isso, recomenda-se:
Comunicação clara e madura
Transparência sobre bens e dívidas
Abordagem emocionalmente equilibrada
Auxílio jurídico para mediar decisões
Além disso, quando ambos entendem que o objetivo é resolver, não vencer, o processo se torna naturalmente leve e funcional.
Se você deseja um divórcio rápido, seguro e sem conflitos, não adie a decisão. Cada dia que passa, mais desgastes emocionais podem surgir — e um acordo mal estruturado pode comprometer seu patrimônio no futuro.
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